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quinta-feira, 9 de maio de 2019

A menina gotinha de água

Era uma vez uma menina gotinha de água, vestida de esmeralda e luar...
Foi, assim, que começou a atividade que envolveu os alunos do 2.º ano com a obra das metas curriculares "A menina gotinha de água", de Papiniano Carlos.
Foi feita a exploração literária da obra e fez-se a sua articulação com o Ciclo da Água/ Água e os Seus Estados (abordados na disciplina de Estudo do Meio).





quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Uma flor chamada Maria

Alves Redol tem várias obras sugeridas no programa de Português. "Uma flor chamada Maria" faz parte das Metas Curriculares de 2.º ano.
Fazendo uma leitura tripartida: ora a professora bibliotecária, ora os alunos, ora o livro digital (com o LER+Giro - http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital/elivro.php?id=umaflorchamadamaria&vid=26 ), os alunos entraram na aventura e ficaram espantados com a flor que queria ser menina e que foi à escola. E ainda mais espantados ficaram com as tropelias que aconteceram na escola e no bar do Chim!? Sim! Não imaginam a confusão! As consoantes envolveram-se numa zaragata enorme, o boi quis comer o Chim, a rã rebentou, ... O que vale é que tudo acabou em bem! Valha-nos, ao menos isso!




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Ou isto ou aquilo

"Ou isto ou aquilo" é uma obra de Cecília Meireles, poetisa brasileira de ascendência portuguesa, que integra as metas curriculares de português - 2.º ano.
A professora bibliotecária muniu-se de canções e de jogos rimáticos e com os alunos do 2.º ano entraram no mundo mágico da menina que queria ser "Bailarina", ajudaram a fazer um "Leilão de Jardim" e, num grande dilema, tentaram escolher qual será melhor "Ou isto ou aquilo".
A poesia é sempre uma excelente ferramenta de trabalho que abre portas a sonoridades que despertam sensibilidade. 



segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Um elefante cor de rosa...

Era uma vez um elefante cor de rosa...
Mas não existem elefantes cor de rosa!!!!

É assim que começa uma das obras mais emblemáticas da literatura infanto-juvenil portuguesa pelo cunho da nossa saudosa Luísa Dacosta. 
A professora bibliotecária, implementando a literacia da leitura e dando apoio ao cumprimento das metas curriculares, abordou este lindíssimo conto, mas, previamente, fez com os alunos um percurso por vários livros que falam de elefantes: uns de uma forma científica e outros de forma literária! Depois, desta profícua conversa e troca de experiências de leitura, os alunos fecharam os olhos e num foguetão foram até ao planeta do elefantezinho, viajaram na cauda de um cometa cansado e abriram a sua imaginação para que o elefantezinho pudesse descer!  Na imaginação ele está seguro e nunca será capturado!
Para finalizar a atividade, realizou-se um quizz e os alunos cantaram a canção do elefante cor de rosa da autoria da Alda Casqueira. (Clica para ouvires a canção!)

Se eu te falar do elefante cor de rosa
Com certeza não irás acreditar
Não há história, um poema ou uma prosa
Onde ele possa, onde ele possa morar!

Mas na verdade é que de facto ele existe
Pode existir quer se queira ou quer não
É que ele mora no melhor lugar do mundo
Nesse lugar chamado imaginação!








terça-feira, 17 de abril de 2018

A menina gotinha de água

 Hoje, fizemos uma viagem magnífica com "A menina gotinha de água" vestida de esmeralda e luar!
Brincámos com os peixinhos, fizemos cócegas aos meninos, subimos até às nuvens, regámos os campos secos, descemos até ao interior da terra e voltámos a sair em forma de fonte, saltámos de pedra em pedra, movemos as turbinas das barragens, até chegarmos de novo ao mar!
Papiniano Carlos, nesta obraapresenta aos mais pequenos, de uma forma poética o Ciclo da Água. Através de comparações, metáforas e personificações (entre  muitas outras figuras de estilo), os mais pequenos embarcam numa aventura onde, pela magia das palavras,  passam por inúmeros estados e sensações.
Foi uma viagem maravilhosa nas palavras de Papiniano Carlos.






terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Uma flor chamada Maria

Depois de fazer a apresentação da biblioteca de livros digitais, a professora bibliotecária e os alunos leram na íntegra o livro "Uma flor chamada Maria", de Alves Redol.
Foi um fartote de rir com o Chim (chinês da China) que teve de mandar calar o cão que não parava de ladrar e que animou a Maria Flor que veio da escola sem aprender, pois a letras tinham saído dos livros para zaragatarem com o T (especialista em tropelias)!
Não acreditas? Clica no livro e descobre!







quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Bichos, bichinhos e bicharocos

Bichinhos-de-conta, joaninhas, grilos, grilões, sapos, sapinhos (...) invadiram as nossas bibliotecas pelas palavras de Sidónio Muralha e alegraram os nossos alunos do 2.º ano!
Foi divertido perceber que os bichinhos-de-conta se enrolam e se assemelham a um berlinde!
O poema do sapo vaidoso também foi engraçado! Não é que ele foi atacado pela formiga que lhe fez cocegas na barriga! Os alunos Lembraram-se logo do conto tradicional do "Coelhinho branco" e da "formiga rabiga que te salta em cima e te fura a barriga"!
O cãozinho enganou-os...afinal, era de corda, o maroto!
Ler as metas curriculares  é uma diversão!
Anda daí! Não tenhas medo da formiga ela só fura a barriga a quem não gosta de ler!


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Ou isto ou aquilo?!

Cecília Meireles é uma figura incontornável da literatura infantil e a obra "Ou isto ou aquilo" faz parte das metas curriculares do 2.º ano.
Durante esta semana, a professora bibliotecária irá "brincar" com três poemas: bailarina, leilão de jardim e ou isto ou aquilo. Uma vez que a maioria dos poemas está musicada, a tarefa está muito, muito facilitada, pois com música tudo fica mais fácil!
Tudo a postos para começar!!!




quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Têpluquê

Erros de pronúncia são muito frequentes na infância, por isso, a professora bibliotecária decidiu brincar com os alunos de 2.º ano e apresentou-lhes um texto onde se trocava o tê pelo quê e foi um fartote de rir! Quem teria escrito um texto onde se troca o tê pelo quê?


O Tarlos e a Tacarina  cotam cambor na tamioneca. Tomo cotam muico alco, os tolegas e o mocorisca fitam irricados.
- Parem de cocar cambor  - disse o mocorisca.
- Senhor mocorisca, não aguencamos canco barulho – disse o Comé.
- Desculpe, senhor mocorisca. Escamos a creinar para o Dia da Triança. Teremos fazer um belo especatulo para os nossos pais e tolegas. - disseram o Tarlos e a Tacarina.



Depois desta aventura ortográfica, foi muito mais fácil abordar o Têpluquê de António Pina! Claro que os alunos ajudaram e foram eles que foram deduzindo os erros de pronúncia do menino, só se enganaram na palavra "tu"! Expeditos trocaram-no pelo respetivo "c", mas o menino era muito bem educado e dizia "rabo"!





quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A menina gotinha de água

A Menina Gotinha de Água, vestida de esmeralda e luar, visitou as Bibliotecas do 1.º Ciclo! Os alunos do 2.º ano tiveram o privilégio de viajar com ela: transformaram-se em nuvem, em chuva abençoada, em fonte a cantar, ribeiro a saltar, rio a correr e regressaram à sua casa no mar!
Foi uma longa viagem que recomeça todos os dias!
Por isso, quando quiseres, passa pela Biblioteca e requisita o livro. Quem sabe se, desta vez, não és tu o escolhido para viajares com a Menina Gotinha de Água, vestida de esmeralda e luar!







quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Quem quer casar com a Carochinha?

A carochinha é uma história sobejamente conhecida, mas muitas são as suas versões.
A versão de Adolfo Coelho foi a escolhida pela professora bibliotecária e que os alunos do 2.º ano tiveram a árdua tarefa de organizar nas suas sequências lógicas.
Para ajudar na sequencialização dos animais que se ofereceram para casar com a linda Carochinha, a professora bibliotecária preparou umas adivinhas que os alunos tiveram de descobrir! 
Em suma, ordenar um texto na sua sequência lógica requer muita concentração, pois temos de estar atentos a toda a informação que foi dada antes! Mas, no final,  não há nada melhor do que ter o sabor da vitória!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Uma girafa que come estrelas!

"A girafa que comia estrelas" é um conto de José Eduardo Agualusa que integra as Metas Curriculares do 2.º ano. Este magnífico livro, para além de apresentar valores como a amizade e a saudade, explica de uma forma divertida o aparecimento das chuvas na savana.
Como é que aparecem as chuvas, na savana? Ah, não sabes?!
Requisita o livro na tua biblioteca e diverte-te com Olímpia e Dona Margarida!